02
set

20 atitudes prudentes no trabalho durante a crise econômica

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Sr. Carreira

Em momentos de crise econômica como o que o mundo está passando, mudam as regras do jogo e aumenta a pressão sobre os altos executivos. E, consequentemente, a cobrança também é maior nos níveis abaixo dos cartolas. Diante desse quadro, os conflitos aparecem com mais facilidade. Mas se deixar contaminar pela tensão que está no ar pode ser uma terrível armadilha para a sua carreira. Por isso, separamos algumas atitudes que farão você atravessar bem este período de incertezas, superando os dramas e saindo ainda mais forte quando a poeira baixar.


Seja político:
estabelecer e conduzir relacionamentos dentro da empresa é fundamental para fortalecer a carreira. Mexa seus pauzinhos, mas com ética.

Tenha paciência:
se você está sendo pressionado, é natural que perca a calma mais depressa. O jeito é aprender a controlar os nervos, e isso exige autoconhecimento. Então, a melhor atitude para quando surgir um conflito é não fazer nada enquanto estiver irritado e só tomar uma decisão quando se acalmar.

Não segure o rojão sozinho:
mesmo que tenha a boa intenção de colaborar, não assuma mais responsabilidades do que consegue.

Negocie:
com a crise, é provável que a demanda interna aumente e a disposição das pessoas em ajudar diminua. E aí, para fazer as coisas andarem, só com muita conversa.

Defenda suas ideias:
para dar conta de seus deveres, você vai precisar lutar pelas suas ideias. Mas cuidado com as discussões improdutivas: estude o assunto antes de abri-lo para o chefe ou colegas de equipe.

Relaxe e aja:
quando notícias sobre demissão começam a pipocar, é natural que o medo de perder o emprego apareça. Afaste esse fantasma e mantenha a calma, porque se você se desesperar, sua produtividade vai cair. E, aí sim, você se tornará um candidato ao corte.

Insista (mas não seja chato):
quando as pessoas estão na defensiva, a primeira reação é rejeitar propostas novas. Portanto, prepare-se para ouvir muitos “nãos”. Para conseguir o que deseja, seja insistente. Só tenha tato para saber a hora e a maneira certas de retomar o assunto.

Pegue leve com o chefe:
boa parte dos resultados ruins decorre da falta de clareza na delegação de tarefas. Os chefes não são claros mesmo. Às vezes, eles também não entenderam direito o que quer o chefe deles. A falta de clareza faz parte do processo. Por isso, pergunte, tire dúvidas, desconfie. Isso evitará conflitos e retrabalho.

Não se precipite:
Sob pressão, as pessoas tendem a agir pior do que em condições normais. Isso vale para chefes e colegas. Por isso, evite fazer julgamentos precipitados.

Exercite o bom humor:
53% dos profissionais brasileiros de 30 a 39 anos dizem que preferem trabalhar em ambientes divertidos. Mas não confunda humor com palhaçada e saiba a hora certa de parar.

Não pise na bola:
cuide da sua reputação, pois você continuará com ela quando as coisas se normalizarem. Não seja oportunista em negociações e não confunda disposição para superar a adversidade com uma carga excessiva de agressividade nos relacionamentos.

Evite conversas de bastidores
: em cenários de crise, a fofoca aumenta. Tome muito cuidado para não se enrolar com a boataria. Se o assunto for sobre a empresa, a melhor solução é esclarecer com o chefe. Como isso nem sempre é possível, observe o ambiente atentamente e tire suas próprias conclusões. Repercutir fofocas, nem pensar. Além de ser perda de tempo, faz mal à sua imagem.

Seja menos emotivo:
em momentos de incerteza, as pessoas estão mais vulneráveis a expor seus sentimentos. Isso traz impactos à racionalidade e piora a capacidade de decisão.

Pratique o networking:
na hora da pressão, informações sobre a empresa e o mercado ganham valor. Diversifique as fontes com gente de fora da empresa. Assim, você vai agregar visões importantes, que podem virar uma boa moeda de troca.

Apareça:
as empresas buscam eficiência e estão de olho em seus melhores profissionais. Por isso, é importante que o seu trabalho apareça. Mas cuidado para não confundir marketing pessoal com exibicionismo.

Seja gente fina:
quando a empresa enfrenta dificuldades, os empregados se tornam mais individualistas e competitivos. Mas você deve romper esse ciclo, mostrando que está disposto a ajudar.

Tenha clareza no feedback:
o entrosamento das equipes será fundamental para atravessar as turbulências sem conflitos. Por isso, não espere a avaliação de desempenho para dar e pedir feedback. Faça isso periodicamente. Nas conversas, seja claro e objetivo, evitando rodeios e indiretas.

Seja flexível:
acostume-se à ideia de mudar de atividade com frequência dentro da empresa. Atualmente, a vida corporativa está mais focada em projetos do que em rotina.

Assuma seus erros:
62% dos executivos consideram que o pior defeito de um chefe é não admitir os próprios erros. Superar essa atitude negativa é prova de humildade. Nos momentos de tensão, isso demonstra abertura para aprender e capacidade de negociação.

Engaje-se
: evite assumir uma atitude individualista. Satisfazer-se apenas em cumprir suas tarefas e assegurar somente o seu bônus são comportamentos que acabam por aliená-lo do que ocorre na empresa.

Fonte: Você S.A.

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Categorias: Carreira e Estágios

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