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Bolsas de estudo no exterior

Dr. Brittopor
Dr. Britto

Viagens ao exterior ou intercâmbios são diferenciais para uma formação completa. Mas para muitos estudantes uma experiência dessas parece um sonho distante, não é mesmo? Não se você se candidatar a uma bolsa de estudos em uma universidade estrangeira. Há oportunidades de bolsas para graduação, pós-graduação e intercâmbios.

A maioria das instituições concede auxílio moradia, seguro-saúde e gratuidade nas taxas escolares. Alguns programas oferecem uma ajuda de custo generosa, outros exigem que o candidato arque com parte das despesas. Na maior parte dos casos, a efetivação da inscrição exige cartas de referência, plano de estudos – esboço do projeto de pesquisa que será desenvolvido ao longo do curso – currículo e formulários preenchidos. Por isso, separamos alguns programas de bolsas de estudo no exterior para ajudá-los a conquistar este sonho.

Argentina
Quem deseja aprender o idioma espanhol com os hermanos não deve perder a oportunidade de conciliar o estudo com a rica cultura local. A proximidade geográfica facilita a adaptação dos estudantes e o custo de vida é inferior ao do Brasil.

Capes: O programa é oferecido para doutorandos matriculados em cursos conveniados com o Capes com nota mínima cinco. Seu objetivo é promover o intercâmbio entre brasileiros e argentinos formados nas áreas de engenharia, informática, computação e agronomia. As bolsas mensais valem US$ 1.100 e cobrem assistência médica, auxílio-instalação e passagens aéreas internacionais. A duração do curso varia de um ano a um ano e meio, de acordo com a disciplina de especialização.

Austrália
Apesar da distância, a Austrália atrai brasileiros com seu clima bem parecido ao nosso, belas praias, esportes de aventura e povo acolhedor. As escolas são controladas com rigor pelo governo, incluindo as de idiomas e são conceituadas internacionalmente

Endeavour
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Estrangeiros podem se inscrever nos programas Endeavour Research Fellowships (pesquisas de curta duração) e Endeavour International Postgraduate Research Scholarships (bolsas de pós-graduação). O auxílio financeiro dura de quatro a seis meses e prioriza candidatos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.
Para se inscrever é necessário candidatar-se a uma das duas oportunidades, ter bom desempenho nas universidades brasileiras e certificação de fluência em inglês. O programa cobre passagem aérea, uma bolsa mensal e seguro saúde

Estados Unidos
Superpotência mundial, os Estados Unidos são o destino mais procurado entre os intercambistas. Segundo pesquisa realizada pela Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) e a Target Marketing, por volta de 35% dos brasileiros que estudam fora do país, optam pelos “vizinhos” norte-americanos. Além de possuir a principal economia do mundo, o país tem instituições de ensino prestigiadas, como as Universidades de Yale e Harvard.

Comissão Fulbright: Oferece cerca de 12 programas destinados a doutorandos, mestrandos, docentes, pesquisadores e estudantes. O pré-requisito é a fluência no inglês. Para se inscrever é preciso apresentar uma série de documentos, três cartas de recomendação, o diploma, histórico escolar e um detalhado plano de estudos do projeto de pesquisa a ser realizado na universidade americana.

IBEU: Em parceria com o Institute of International Education de Nova York (IIE), o IBEU (Instituto Brasil Estados Unidos), dá a oportunidade a brasileiros que queiram estudar nos EUA. As bolsas de graduação oferecidas são voltadas a estudantes de 17 a 21 anos, com ensino médio completo, bom desempenho escolar e certificados que comprovem o domínio da língua.

Espanha
A Espanha abriga inúmeras instituições especializadas no ensino do idioma para estrangeiros. E há possibilidades de mesclar o aprendizado a alguma outra atividade, como aulas de dança flamenca ou literatura espanhola.

AECI: A Agência Espanhola de Cooperação Internacional também concede bolsas de estudo para estudantes latino-americanos. Os interessados em participar devem procurar os departamentos de relações Internacionais ou de intercâmbio das universidades conveniadas, listadas na Oficina Técnica de Cooperación – Embaja de España en Brasil. Os programas oferecidos são de no máximo 8 semanas e contam com o custeio de deslocamento, seguro de saúde, alojamento e manutenção dos participantes no país.

#FICADICA: a maioria dos selecionadores prefere os early birds, ou seja, aqueles candidatos que mandam suas inscrições bem cedo, logo no início do processo seletivo.

Fonte: Educar para crescer.

Categorias: Papo de Estudante

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3 para “Bolsas de estudo no exterior”

  1. morais emorais disse:

    Muito cuidado na hora de voltar.

    Eu e minha esposa viemos para os EUA no final da decada de 80 em busca de nova oportunidades de trabalho e melhor qualidade de vida. Felizmente conseguimos tudo isso. Porem 20 anos se passaram e resolvemos a voltar para o nosso Brasil antes da copa de 2014.
    Eu me formei em Engenharia em tecnologia eletronica em 1993(Eletronic Engineering Technology). Sai do Brasil formado como Tecnico em eletronica(CEFET-MG) e com 3 anos de experiencia na area. Logo apos a minha formatura nos EUA recebi uma proposta para trabalhar como Engenheiro de Campo para uma empresa da alemanha. Mas eu esperei um pouco mais, pois nesse trabalho tinha que viajar bastante. Aceitei uma proposta de uma multinacional na area de telecomunicacoes, no ano seguinte para trabalhar em Chicago como Analista de produto. Eu tenho um carinho especial com o diploma de Engenharia em eletronica porque gracas a esse diploma eu recebi o meu green card e ao mesmo tempo um reconhecimento do Senado Americano como estudante do ano em minha escola. Esta citation do senado Americano tambem guardo com muito carinho.
    Adorei a minha carreira e consegui fazer meu pe de meia com alguns anos de esforco, ja ha quase 20 anos trabalho para a mesma multinacional. Veja que nao eh facil se manter em uma empresa de tecnologia dentro dos EUA por tanto tempo. Quantos americanos ja se foram nos famosos layoff.
    Em 2010 obtive um segundo titulo em Adimistracao Tecnica (Technical Management). Eu aproveitei que a compania custiava meus estudos em cursos de graduacao e nao a nivel de mestrado e adquiri bastante conhecimentos na area de adiministracao e redacao tecnica.
    Logo apos minha formatura recebi uma proposta para trabalhar na filial da minha empresa em Sao Paulo. Porem, eu nao poderia exercer um cargo equivalente ao meu aqui, pois o Gerente pediu o CREA. O gerente me sugeriu revalidar meus diplomas. Assim o fiz. Em uma das viagens ao Brasil em 2011 eu dei entrada com a documentacao na UNIFEI de itajuba. Tambem, na mesma epoca conversei com o coordenador de curso da UFOP de Ouro Preto. O coordenador me aconselhou a nao entrar com a documentacao porque achava que a comissao que julga os diplomas estrangeiros iria negar a revalidacao. O Brasil nao tem curso superiores especificos em eletronica, que sejam registrados pelo MEC. Tambem, o curso mais proximo de adiministracao tecnica seria Engenharia de Producao.
    Tentei revalidar meu diploma de Engenheiro Americano na UNIFEI para Engenharia Eletrica e me foi negado. Nada fora do comum. As estatisticas nao sao das melhores. De cada 100 diplomas que a USP avalia para revalidacao 70 sao negados. Tenho aqui comigo todos os documentos originais que menciono nesse texto para comprovar o texto do indeferimento. Pela legislacao do Brasil, eu teria o direito de pelo menos ser testado ou fazer cursos complementares para obter o titulo no Brasil.
    Tambem fiz a inscricao em varias entidades privadas do Brasil afim de obter um Segundo titulo. As escolas superiores no Brasil tem uma opcao de segunda graduacao. Nesta inscricao, o aluno portador de titulo pode requerer uma avaliacao de classes para nao se repetir o que ja teve no curriculo anterior. As escolas nas quais eu fiz minha inscricao nao aceitaram meu diploma Americano e tambem nao permitiam que eu cursasse mestrado na instituicao. Bastante estranho, pois o principio de riprocidade nao esta sendo cumprido. Qualquer portador de titulo no Brasil tem as portas abertas em qualquer Universidade Americana seja a nivel de graduacao ou a nivel de mestrado. A unica coisa que se pede por aqui eh uma traducao dos cursos, e o mesmo tradutor indica na traducao uma equivalencia de titulo no diploma. E obiviamente a instituicao pode pedir um estudo complementar de materias que sao exclusivamente relacionadas ao mercado dos EUA. No caso de medicina, sao aplicados testes e aulas complementares.
    A grande vilan de riprocidade eh a propia lei.
    Nao faz sentido que um professional ja praticando sua profissao a bastante tempo seja penalizado por uma lei tao banal.
    No caso de minha esposa eh ainda mais gritante.
    Ela se formou no Segundo grau aqui e tambem eh brasileira. Antes de minha vinda para Chicago , minha esposa ingressou em um curso superior de enfermagem em Boston. Nos nos separamos por 3 meses porque ela nao poderia abandonar os estudos no meio do caminho, e me acompanhar da noite para o dia. Assim ela terminou um semestre em Boston e veio para Chicago.
    Em 2000, ela se formou como enfermeira e se sentiu muito orgulhosa por conseguir isso, pois, foi a primeira na geracao de sua familia a ter um diploma universitario. Ela consegiu passar nos testes da associacao de enfermagem Americana na primeira tentativa e hoje eh Enfermeira chefe em um hospital de Chicago. Depois de mais de 10 anos na profissao, ela recentemente obteve um mestrado em ensino de enfermagem. Em 2011, minha esposa deu entrada para revalidacao de diploma de graduacao estrangeiro na USP. Praticamente ao mesmo tempo, ela foi chamada para ser professora de enfermagem em duas faculdades publicas em Chicago.
    Como nao poderia deixar de ser em janeiro de 2012 veio o balde de agua fria . A USP negou revalidar o diploma de Graduacao de minha esposa. No texto anexo da USP podemos perceber onde alegam que minha esposa mudou de escolas. Aqui eh muito comum vc mudar de municipio e ter que trocar de escola para manter os precos dos estudos. Chegaram a dizer tambem que o o curriculo nao tem essa classe ou aquela. Eu acho bastante dificil uma escola nos EUA ter exatamente o mesmo curriculo que uma escola no Brasil. A comecar pela carga horaria. A maioria dos Bacharels aqui tem uma media de 2100 horas sem estagio. Enquanto no Brasil sao mais de 3100 horas sem estagio. De cara 30% do curso nao existe.
    Em 2006 minha Irma veio para os Estados Unidos. Ela foi formada em odontologia pela UNIUBE e trabalhou varios anos para o governo brasileiro no Amazonas cuidando da saude dos nossos indios na cidade de Leticia no extremo oeste do Amazonas. A minha irma tem um sonho de cursar mestrado em uma instituicao nos EUA. Mas percebeu que o ensino universitario aqui eh carissimo. Nao deixando o sonho para tras, depois que ela se casou com um cidadao Americano, ela optou em fazer faculdade de enfermagem e trabalhar como enfermeira para custear o mestrado de odontologia.
    Nao deixando de mencionar, hoje a minha irma eh aluna na faculdade em que minha esposa leciona enfermagem. Um pequeno exemplo, para mostrar que as duas brasileiras sao de se orgulhar. Tambem podemos perceber que ninguem eh barrado de continuar seus estudos nos Estados Unidos. Ela tambem poderia ser dentista se quiser complementar estudos, e pagar a complementacao, que seria bem mais cara do que o curso de enfermagem.
    Recentemente, a presidente Dilma lancou um programa que se chama tecnologia sem fronteiras. Este programa fomenta a exportacao de estudantes brasileiros para outros paises, inclusive os EUA. Sao mais de 70000 bolsas em 4 anos. Eu acho uma excelentissima idea. Contudo, baseado em nossa legislacao atual esse programa eh illegal. O que eh legal para 7000 deveria ser legal para todos.
    No programa, o estudante pode fazer parte dos estudos aqui e parte dos estudos no Brasil. Com isso as classes que foram feitas em escolas no EUA seriam validas automaticamente no Brasil. Neste caso estariam indo contra a legislacao. Como ja coloquei aqui, as escolas nao revalidam parte de um curriculo, mas sim o curriculo inteiro. E na maioria das vezes nao tem meio termo. Eh sim ou nao.
    A arbritariedade em decisoes como essa eh um fato que assola o desenvolvimento tecnologico de nosso pais.
    Desde ja peco desculpa pela falta de acentos nessa redacao. Estou escrevendo em um PC fora do Brasil usando um teclado para o idioma ingles.
    Se vc leu o texto e este assunto lhe interessa, entre em contato com ourominas@yahoo.com
    Vamos lutar nas redes socias para um Brasil melhor.

  2. lucas augusto quilambo disse:

    como faco para me candidatar a uma dessa vagas no estrangeiro? sou moçambicano, no sul de africa?

  3. Guedes Pedro Guilengue disse:

    Bom dia, me Chamo Guedes Pedro, Natural da Provincia de Inhambane, Residente na Cidade do Maputo, local onde trabalho no Ministerio da Justiça como Instrutor de Processos Disciplinares contra Funcionarios e Reclusos, venho por este meio pedir me candidatar a uma bolsa no curso de direito para o bom desenpenha das minhas funcoes no local onde trabalho.

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