Para quem tem espírito aventureiro ou se preocupa em investir na sua qualificação profissional, uma opção muito boa é fazer um intercâmbio em outro país! Hoje é cada vez maior o número de jovens, e até adultos, que passam por essa experiência. Além de aprender um outro idioma e vivenciar uma nova cultura, fazer intercâmbio é um diferencial importante para o currículo. As empresas valorizam cada vez mais as experiências internacionais dos candidatos.
Pensando nisso, aqui vai um dos motivos para fazer intercâmbio: saber falar inglês já se tornou essencial em quase todas as profissões, então nada melhor do que morar em outro país para conquistar um inglês fluente.
Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior e de idiomas da CI, garante que essa experiência é muito rica. “Não é só aprender um idioma, é muito mais que isso. É o fato de ter contato com outras culturas, morar sozinho em outro país, ter que se virar. O jovem se torna mais independente e as empresas consideram esse profissional mais preparado”.
Para quem quer fazer intercâmbio, mas não sabe qual a melhor idade para sair do país, Luiza afirma que qualquer época é válida, porém “o ideal é já ter tido essa experiência no momento em que for entrar no mercado de trabalho, até porque às vezes essa experiência é decisiva para conseguir uma colocação no mercado”.
Hoje existem muitas opções para quem quer sair do país: cursos de idiomas, de algumas semanas ou de até vários meses, cursos profissionalizantes, cursos técnicos, pós-graduação e oportunidades para trabalhar, enquanto aprende o idioma. “O pacote mais procurado pelos jovens é para estudar inglês no Canadá, em especial em Toronto e Vancouver. Em segundo lugar está os Estados Unidos, seguido pela Inglaterra. A Austrália e a Nova Zelândia também são bem procuradas. E a África do Sul está começando”, explica Luiza.
A experiência de estudar em outro país é incrível, mas o jovem deve saber que o investimento é alto. Na CI, um curso de inglês de um mês na Nova Zelândia, por exemplo, custa cerca de 1400 dólares, incluindo a moradia.
Uma opção para quem tem orçamento apertado é trabalhar enquanto estuda. Mas Luiza lembra que nem todos os países permitem que o estudante trabalhe, se estiver fazendo um curso de idiomas no país – é o caso dos Estados Unidos. Já na Inglaterra, Irlanda e Austrália, por exemplo, o trabalho é permitido, mas são feitas algumas exigências específicas por cada um deles.
Luiza recomenda a África do Sul e a Nova Zelândia para quem quer estudar inglês e gastar pouco. “Para quem tem pouco dinheiro uma excelente opção é a África do Sul e a Nova Zelândia. O custo de vida nesses países é bem próximo do brasileiro, então não se gasta muito para se manter no país enquanto estuda. A África do Sul tem excelentes opções de lazer, a noite é bem animada e é possível fazer viagens nos fins de semana, sem gastar muito. Para quem gosta de esportes radicais a Nova Zelândia é o destino ideal, porém apesar da moeda do país ser bem acessível o preço para praticar esportes radicais é um pouco alto”.
Os jovens que têm interesse em fazer um curso de inglês no exterior não precisam se preocupar com o domínio da língua. Luiza explica que existem opções de cursos desde para quem não sabe nada de inglês, até para quem já tem inglês avançado. “A maioria dos estudantes que saem do Brasil tem um inglês entre básico e intermediário. A única preocupação antes de viajar deve ser verificar qual é o seu nível de inglês para começar um curso adequado ao seu perfil”, esclarece Luiza.


Acompanhe a Mais Estudo nas redes sociais.


Legal, ok.!
[...] http://blog.maisestudo.com.br/por-que-fazer-intercambio/ [...]