Está difícil acompanhar a evolução dos meios eletrônicos e virtuais. A cada semana surge um novo aparelho ou ferramenta. Ontem mesmo, durante a CampusParty, o presidente e fundador da Apple, Steve Jobs, anunciou o lançamento de uma das apostas mais promissoras da companhia, o iPad. O aparelho, de 9,7 polegadas, une computador, videogame, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital, estando situado entre um smartphone e um netbook.
Só de ler a respeito, já dá vontade de ter um. Vendo o tablet então… Com um design moderno, o iPad possui tela sensível ao toque, pesa 680g e tem 1,2 cm de espessura, parecendo mais um iPhone grandão. A versão mais barata do equipamento, que não possui acesso a rede celular e tem 16GB de memória, estará disponível mundialmente em até dois meses, segundo Jobs, e custará cerca de US$ 500. Haverá ainda opções mais sofisticadas, com conexão 3G e 32GB ou 64 GB de armazenamento, que custarão até US$ 829.
Porém, a alta aposta feita pela Apple no iPad vai contra os números do mercado de tecnologia: apesar de serem mais rápidos, possuirem telas de qualidade superior e rodarem softwares mais modernos do que os netbooks, apenas 0,5% das vendas mundiais de computadores foram de tablets, de acordo com dados do IDC (International Data Corporation). No Brasil, a comercialização desses equipamentos nem aparece nas pesquisas e talvez, nem apareçam tão cedo. O preço salgado pode representar uma barreira para que o iPad emplaque por aqui: deve chegar às lojas custando R$ 2.000, sem contar os custos mensais que o usuário terá para ter acesso às conexões 3G.
Fontes: Folha Online, G1 e Yahoo!


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